Instituto Lúcida https://institutolucida.com/ My WordPress Blog Sun, 30 Mar 2025 22:16:58 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 https://institutolucida.com/wp-content/uploads/2025/03/cropped-Simbolo-Fundo-Transparente-Amarelo-Original-32x32.jpg Instituto Lúcida https://institutolucida.com/ 32 32 Neurofeedback funciona mesmo? Descubra a verdade por trás dos neuromitos. https://institutolucida.com/neurofeedback-funciona-mesmo-descubra-a-verdade-por-tras-dos-neuromitos/ https://institutolucida.com/neurofeedback-funciona-mesmo-descubra-a-verdade-por-tras-dos-neuromitos/#respond Sun, 30 Mar 2025 22:16:58 +0000 https://institutolucida.com/?p=170 Você provavelmente já ouviu falar em neurofeedback – uma técnica que promete ajudar a melhorar o desempenho cognitivo, reduzir a ansiedade e até mesmo tratar condições como o TDAH e a depressão. Mas será que o neurofeedback realmente funciona? Ou será mais um neuromito?Touca com eletrodos que registram a atividade cerebral Antes de responder a […]

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Você provavelmente já ouviu falar em neurofeedback – uma técnica que promete ajudar a melhorar o desempenho cognitivo, reduzir a ansiedade e até mesmo tratar condições como o TDAH e a depressão. Mas será que o neurofeedback realmente funciona? Ou será mais um neuromito?Touca com eletrodos que registram a atividade cerebral

Antes de responder a essa pergunta, é importante entender o que é o neurofeedback e como ele funciona. Basicamente, o neurofeedback é um método de treinamento cerebral que utiliza sensores para medir a atividade cerebral e fornecer feedback em tempo real sobre essa atividade, muito tem se avançado sobre o entendimento dos seus mecanismos básicos, mas claramente há detalhes a serem ainda aprofundados como apresentado na revisão publicada na Nature Reviews Neuroscience por Sitaram e colaboradores em 2017 . O objetivo é ajudar as pessoas a aprenderem a controlar sua atividade cerebral para melhorar seu desempenho cognitivo e reduzir sintomas como ansiedade e depressão.

Embora essa técnica tenha se tornado popular nos últimos anos, ainda existem muitos mitos em torno dela. Alguns afirmam que o neurofeedback é uma cura milagrosa para todos os problemas mentais, enquanto outros afirmam que é uma pseudociência sem fundamentos científicos.

Então, o que diz a evidência científica? De acordo com estudos recentes, o neurofeedback tem mostrado resultados promissores no tratamento de condições como o TDAH, transtornos do espectro autista e ansiedade. No entanto, é importante lembrar que o neurofeedback não é uma cura milagrosa e que seu sucesso depende de uma série de fatores, incluindo a qualificação do profissional que realiza o tratamento, a gravidade da condição e a capacidade do paciente de se envolver no processo de treinamento cerebral. Um fator importante é que muitas vezes o sucesso do tratamento pode estar relacionado à combinação de estratégias como apontado por Lin e colaboradores (2022) que evidenciaram benefícios adicionais da combinação entre neurofeedback e medicamentos em comparação com a medicação isoladamente no tratamento de sintomas globais e sintomas de desatenção em pacientes com TDAH.

Mapeamento topográfico da atividade cerebral

Embora existam dados contraditórios sobre os efeitos do neurofeedback, alguns estudos indicam que ele pode ser eficaz em certos casos, e muitas vezes é preciso ajustar os alvos de treino de acordo com medidas individualizadas dos pacientes para ter melhores resultados como apresentado num recente estudo publicado na Cognitive Neurodynamics (Hao et al. 2022). No entanto, é importante ressaltar que o neurofeedback deve ser desenhado para o sujeito e não para a doença. Cada indivíduo é único e tem necessidades e objetivos específicos. Portanto, é fundamental que o tratamento de neurofeedback seja personalizado e adaptado às necessidades e características do paciente.

Além disso, é importante destacar que existem muitos neuromitos em torno do neurofeedback. Por exemplo, alguns afirmam que o neurofeedback pode ser usado para melhorar a inteligência ou que pode curar o autismo. No entanto, não há evidências científicas que suportem essas alegações.

Em resumo, o neurofeedback é uma técnica promissora no campo das neurociências e pode ser útil no tratamento de certas condições mentais. No entanto, é importante ter cuidado com os neuromitos em torno dessa técnica e buscar profissionais qualificados para realizar o tratamento, que sejam capazes de adaptar o neurofeedback às necessidades individuais de cada paciente.

Artigos citados:

Hao, Z., He, C., Ziqian, Y., Haotian, L., & Xiaoli, L. (2022). Neurofeedback training for children with ADHD using individual beta rhythm. Cognitive Neurodynamics, 1-11.

Lin, F. L., Sun, C. K., Cheng, Y. S., Wang, M. Y., Chung, W., Tzang, R. F., … & Tu, K. Y. (2022). Additive effects of EEG neurofeedback on medications for ADHD: a systematic review and meta-analysis. Scientific reports, 12(1), 20401.

Sitaram, R., Ros, T., Stoeckel, L., Haller, S., Scharnowski, F., Lewis-Peacock, J., … & Sulzer, J. (2017). Closed-loop brain training: the science of neurofeedback. Nature Reviews Neuroscience, 18(2), 86-100.

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O que é neurofeedback? https://institutolucida.com/o-que-e-neurofeedback/ https://institutolucida.com/o-que-e-neurofeedback/#respond Sun, 30 Mar 2025 22:02:18 +0000 https://institutolucida.com/?p=161 Como funciona esta técnica de treinamento cerebral? A técnica de neurofeedback é um método de treinamento cerebral em que é possível melhorar sintomas e nossa qualidade de vida utilizando tecnologia para direcionar mudanças específicas em nosso cérebro. Em resumo, um treinador de neurofeedback pode nos ajudar a estimular a neuroplasticidade para desenvolver novos hábitos cerebrais […]

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Como funciona esta técnica de treinamento cerebral?

A técnica de neurofeedback é um método de treinamento cerebral em que é possível melhorar sintomas e nossa qualidade de vida utilizando tecnologia para direcionar mudanças específicas em nosso cérebro.

Em resumo, um treinador de neurofeedback pode nos ajudar a estimular a neuroplasticidade para desenvolver novos hábitos cerebrais que melhoram nossa saúde mental e performance.

Esta técnica tem suas raízes em pesquisas sobre a possibilidade de condicionar a produção de atividades específicas do cérebro, como a produção de um tipo específico de onda cerebral. As primeiras pesquisas sobre o assunto surgiram na década de 30 do século passado com Durup e Fessard (1935), e Loomis, Harvey, and Hobart (1936).

Uma das primeiras demonstrações de que era possível mudar voluntariamente o padrão de ondas cerebrais foi feita na década de 1960 pelo Dr. Joe Kamiya na Universidade de Chicago que publicou resultados em que voluntários conseguiram aumentar a atividade específica de ondas alfa após treinamento.

A partir daí muito tem sido estudado sobre os fundamentos e aplicações desta técnica, para uma revisão histórica desses achados vale ler um artigo publicado pelo Dr. Leslie Sherlin e colaboradores em 2011 sobre o assunto (referências no final do texto).

Atualmente esta técnica tem algumas abordagens diferentes, mas todas passam por uma primeira avaliação da atividade eletroencefalográfica da pessoa para a identificação do padrão de funcionamento da pessoa que está relacionado ao sintoma ou conjunto de sintomas que a pessoa gostaria de mudar.

É importante entender que o treino é feito personalizado, baseado na atividade da pessoa e não necessariamente num diagnóstico da pessoa. Isto acontece porque duas pessoas diagnosticadas com a mesma condição, seja depressão, transtorno do déficit de atenção ou quadro gerais como estresse crônico e fadiga mental, podem ter assinaturas cerebrais diferentes.

Nesta particularidade a técnica de neurofeedback se faz ainda mais interessante, treinar a atividade específica da pessoa para que ela melhore sua saúde mental e sua performance nas diferentes atividades do dia a dia.

Primeiro então é importante mapear a atividade cerebral, para isso utilizamos um exame de eletroencefalograma quantitativo, usualmente medimos 10 minutos da atividade cerebral de olhos abertos e de olhos fechados.

Figura 1. Exemplo de traçado do exame de eletroencefalografia que usamos na avaliação neurofuncional. Nele estamos registrando 20 canais que equivalem a 20 regiões cerebrais diferentes.

Começamos com a leitura de traçado do exame (Figura 1) em que identificamos elementos no exame que podem se correlacionar com os sintomas e fazemos diferentes cálculos sobre o padrão de atividade cerebral, o perfil de ondas cerebrais que aquele cérebro produz no dia a dia. Podemos fazer diferentes tipos de análises e de imagens funcionais do cérebro com esses dados, isto nos dá uma síntese do funcionamento global da pessoa, por isso chamamos de avaliação neurofuncional.

Figura 2. Exemplo de mapa topográfico da distribuição de diferentes faixas de frequência de ondas cerebrais em um paciente registrado por 10 minutos em um sistema de 20 canais. Cada uma dessas representações indica uma faixa de frequência, Delta, Theta, Alpha, Beta e Gamma.

Após correlacionar os achados do exame com os sintomas é definido um plano de treinamento para aquela pessoa, em que iremos reforçar ou inibir padrões de ondas cerebrais de acordo com os objetivos de treinamento.

Os treinos são feitos em geral duas vezes por semana, para que a seja mais eficiente o condicionamento de novos padrões e hábitos de atividade cerebral. E o treino é feito utilizando diferentes estímulos visuais e /ou auditivos.

Aqui vale também destacar o seguinte, o treino é feito na atividade cerebral e não na mente. Por isso a pessoa durante os treinos fica assistindo filmes, desenhos ou jogando jogos digitais em que utilizamos o funcionamento do cérebro para controlar o volume, a luminosidade e mesmo a resposta dos jogos.

A atividade do seu cérebro é apresentada a você indiretamente, através do som, da luminosidade ou do movimento do jogador por isso é neurofeedback, estamos dando um feedback do funcionamento do seu cérebro através destes estímulos.

Com o uso dessa informação o treinador vai poder auxiliar seu cérebro na criação de novos padrões de atividade e você vai melhorar, reduzindo sintomas negativos e melhorando sua performance no dia a dia.

Além do paciente sentir as mudanças no dia a dia em diversas atividades do cotidiano, também é comum realizarmos novas avaliações da atividade cerebral para identificar as mudanças que estão sendo conseguidas e ajustar qualquer necessidade que o paciente tenha.

Referências

Durup, G., & Fessard, A. (1935). I. L’électrencéphalogramme de l’homme. Observations psycho-physiologiques relatives à l’action des stimuli visuels et auditifs. L’année psychologique, 36(1), 1-32.

Loomis, A. L., Harvey, E. N., & Hobart, G. (1936). Electrical potentials of the human brain. Journal of experimental Psychology, 19(3), 249.

Nowlis, D. P., & Kamiya, J. (1970). The control of electroencephalographic alpha rhythms through auditory feedback and the associated mental activity. Psychophysiology, 6(4), 476-484.

Kamiya, J. (2011). The first communications about operant conditioning of the EEG. Journal of Neurotherapy, 15(1), 65-73.

Sherlin, L. H., Arns, M., Lubar, J., Heinrich, H., Kerson, C., Strehl, U., & Sterman, M. B. (2011). Neurofeedback and basic learning theory: implications for research and practice. Journal of Neurotherapy, 15(4), 292-304.

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Por que conhecer o funcionamento do cérebro? https://institutolucida.com/por-que-conhecer-o-funcionamento-do-cerebro/ https://institutolucida.com/por-que-conhecer-o-funcionamento-do-cerebro/#respond Sun, 30 Mar 2025 21:58:34 +0000 https://institutolucida.com/?p=158 Seja você um profissional de saúde ou não Tudo o que realizamos, criamos e sentimos durante nossas vidas, a atividade profissional, a qualidade dos nossos relacionamentos, os sonhos que corremos atrás e os erros que deixamos para trás em alguma medida são expressões da nossa atividade cerebral. Apesar de ser uma generalização, vale lembrar que […]

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Seja você um profissional de saúde ou não

Tudo o que realizamos, criamos e sentimos durante nossas vidas, a atividade profissional, a qualidade dos nossos relacionamentos, os sonhos que corremos atrás e os erros que deixamos para trás em alguma medida são expressões da nossa atividade cerebral.

Apesar de ser uma generalização, vale lembrar que nossos pensamentos, emoções e comportamentos moldam nossa história e todos eles são expressos pelo funcionamento do cérebro, para o bem e para o mal.

O cérebro também tem o poder de reunir especialistas das mais diferentes áreas para tentar explicar seu funcionamento, sendo considerado por muitos uma das estruturas mais complexas existentes no Universo que conhecemos.

É dessa reunião de diferentes olhares que se desenvolve a tão falada Neurociência ou Neurociências, a tentativa multifacetada de estudar e explicar o funcionamento do cérebro.

E mais além, ao passo que aumentamos nosso entendimento sobre o cérebro, desenvolvemos novos modelos para entender comportamentos complexos como a tomada de decisão e como as escolhas econômicas funcionam ou mesmo modelos para criar robôs e instrumentos inteligentes que prometem mudar o mundo nas próximas décadas.

Mas vale darmos um passo atrás, pensar no futuro e avanços tecnológicos pode distanciar a gente do sentido prático de conhecermos mais sobre a Neurociência, entender como nós e as pessoas ao nosso redor funcionam no dia a dia e como podemos tirar partido do próprio corpo para alcançarmos nossos objetivos, sejam profissionais ou pessoais.

Saber como estudar melhor, usar nossa rotina para ter mais produtividade, aprender o valor terapêutico das pausas, inclusive reconhecer qual é o melhor esquema de sono, alimentação e atividade física passa por entender como o cérebro responde a nossa rotina.

Fuja de respostas prontas, o funcionamento básico do nosso sistema nervoso é conhecido, mas é bastante influenciado pela nossa genética, ambiente e estilo de vida, ou seja, entrar na sedução de métodos infalíveis é um erro primário que já podemos descartar.

Sejamos sinceros, estudar Neurociência e depois estudar a si mesmo pode dar muitos insights de como ter uma vida mais satisfatória, com seus altos e baixos e também nos dá ferramentas para atuar numa sociedade cada vez mais conectada e acelerada.

Conhecendo mais da nossa máquina podemos evitar desculpas prontas e também reconhecer o óbvio de nossas limitações para conseguir superar as dificuldades e saber procurar auxílio adequado, afinal saúde mental é nosso patrimônio.

Por último, mas não menos importante, em tempos que todos reclamam sobre a educação vale pensar que ao saber como nosso cérebro consolida as informações podemos ajudar estudantes e professores a aprender melhor, desenvolvendo autonomia no seu percurso, hoje e sempre.

Você conhece, de fato, como seu cérebro funciona? Já tira partido disso no seu dia a dia?

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É possível treinar o cérebro ? https://institutolucida.com/e-possivel-treinar-o-cerebro/ https://institutolucida.com/e-possivel-treinar-o-cerebro/#respond Sun, 30 Mar 2025 21:56:17 +0000 https://institutolucida.com/?p=155 O que é neurofeedback e como essa tecnologia pode melhorar sua saúde mental e qualidade de vida? Você já pensou em treinar o próprio cérebro com tecnologia? Seria possível melhorar atenção e memória utilizando vídeos e jogos? O neurofeedback é um treinamento de autorregulação que permite que a pessoa aprenda como alterar o funcionamento do […]

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O que é neurofeedback e como essa tecnologia pode melhorar sua saúde mental e qualidade de vida?

Você já pensou em treinar o próprio cérebro com tecnologia? Seria possível melhorar atenção e memória utilizando vídeos e jogos?

O neurofeedback é um treinamento de autorregulação que permite que a pessoa aprenda como alterar o funcionamento do seu corpo, a sua fisiologia, com o objetivo de melhorar a saúde e seu desempenho seja na escola, no trabalho, em provas e concursos e até mesmo em esportes.

Como funciona o neurofeedback?

Tecnologia

Equipamentos modernos medem a atividade fisiológica, como ondas cerebrais, função cardíaca, respiração e temperatura da pele. É um treino não invasivo, pois usa a própria capacidade do seu corpo.

Feedback

Mostramos essas informações de volta à pessoa e recompensamos o cérebro por alterar sua própria atividade para padrões mais apropriados, mais saudáveis. Este é um processo de aprendizado.

Aprendizagem

A apresentação dessas informações – geralmente em conjunto com mudanças de pensamentos, emoções e comportamentos – dá suporte ao desenvolvimento de padrões fisiológicos funcionais desejados.

Indicações

O treinamento em neurofeedback pode auxiliar em diversas dificuldades, como problemas de atenção, memória e foco, baixo rendimento e produtividade, dificuldades para dormir, manejo do estresse e da raiva, ansiedade e depressão, redução de crises de enxaqueca e epilepsia e auxiliar no desenvolvimento nos casos de autismo.

Quais as etapas de um treinamento com neurofeedback?

01. Identificação de sintomas e objetivos

O primeiro passo para é um atendimento inicial para conhecer as necessidades e expectativas do cliente fazendo uma avaliação criteriosa dos sintomas.

02. Mapeamento da atividade cerebral

O segundo passo é realizar um mapeamento cerebral do paciente identificando quais os padrões que geram os sintomas relatados, utilizando o Eletroencefalograma quantitativo (qEEG).

03. Criação de um protocolo personalizado

Com a análise do mapeamento são definidos treinos específicos para auxiliar na mudança dos padrões cerebrais do paciente que estão relacionados com os sintomas.

04. Sessões de treinamento

A atividade cerebral do paciente é monitorada e treinada com modernos equipamentos para alcançar padrões condizentes com os objetivos terapêuticos (p. ex. melhorar atenção, reduzir ansiedade).

Quem pode se beneficiar do neurofeedback?

O treinamento com neurofeedback é não invasivo, ou seja, o treinamento é feito utilizando a fisiologia da pessoa a seu favor, a partir do reforçamento de redes neurais em funcionamento é possível favorecer a plasticidade cerebral, reduzindo sintomas e aumentando a perfomance desejada. Desse modo todos os interessados podem se beneficiar do treinamento com neurofeedback, uma consulta com seu especialista servirá para ele esclarecer quais os ganhos possíveis e as indicações específicas para seu caso.

Você conhece alguém que gostaria de sabe

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